Growth Hacking

Definição

Growth Hacking é uma metodologia de marketing orientada por experimentação rápida, análise de dados e criatividade, focada exclusivamente em alcançar crescimento acelerado e escalável com recursos limitados. Diferente do marketing tradicional, o growth hacking prioriza táticas de baixo custo, alta alavancagem e mensuração constante de resultados.

Origem do Termo

O termo foi cunhado em 2010 por Sean Ellis, empreendedor e marketer que ajudou empresas como Dropbox, LogMeIn e Eventbrite a crescerem exponencialmente. Ellis criou o conceito para descrever profissionais cujo único objetivo é o crescimento (growth).

Características Principais

1. Mentalidade Experimental

  • Testes A/B constantes
  • Ciclos rápidos de tentativa e erro
  • Validação através de dados, não suposições

2. Foco em Métricas-Chave

  • Obsessão por métricas north star
  • Acompanhamento do funil AARRR (Aquisição, Ativação, Retenção, Receita, Referral)
  • ROI e CAC (Custo de Aquisição de Cliente) otimizados

3. Produto como Canal

  • O produto em si é ferramenta de marketing
  • Loops virais incorporados
  • Experiência do usuário como diferencial competitivo

4. Recursos Limitados

  • Criatividade sobre orçamento
  • Automação e ferramentas de baixo custo
  • Ideal para startups e empresas em estágio inicial

Metodologia

Framework AARRR (Funil Pirata)

  1. Acquisition (Aquisição): Como usuários descobrem seu produto?
  2. Activation (Ativação): Eles têm uma primeira experiência positiva?
  3. Retention (Retenção): Os usuários voltam?
  4. Revenue (Receita): Como você monetiza?
  5. Referral (Indicação): Eles recomendam para outros?

Processo de Growth Hacking

Análise Ideação Priorização Teste Aprendizado Escala

Exemplos Clássicos

Dropbox

  • Programa de referral: espaço gratuito para quem indica amigos
  • Crescimento de 3.900% em 15 meses

Hotmail

  • Assinatura “PS: I love you. Get your free email at Hotmail”
  • 12 milhões de usuários em 18 meses (anos 90)

Airbnb

  • Integração com Craigslist para cross-posting
  • Fotografia profissional gratuita para anfitriões

LinkedIn

  • Perfis públicos indexados no Google
  • Crescimento orgânico via SEO

Diferenças: Growth Hacking vs Marketing Tradicional

Aspecto Growth Hacking Marketing Tradicional
Objetivo Crescimento acelerado Brand awareness, vendas
Abordagem Experimental, ágil Planejamento de longo prazo
Orçamento Baixo, criativo Alto, mídia paga
Métricas Data-driven, específicas ROI geral, impressões
Timeframe Curto prazo, iterativo Campanhas de médio/longo prazo
Perfil Híbrido (tech + marketing) Especializado por canal

Habilidades do Growth Hacker

  • Análise de dados: SQL, Google Analytics, ferramentas de BI
  • Programação básica: HTML, CSS, JavaScript, APIs
  • Marketing digital: SEO, SEM, email marketing, redes sociais
  • Psicologia do consumidor: Entender comportamento e motivações
  • Criatividade: Pensar fora da caixa com recursos limitados
  • Product management: Entender profundamente o produto

Táticas Comuns

Viral Loops

Usuários trazem novos usuários naturalmente

Gamificação

Recompensas, badges, progressão para engajamento

Marketing de Conteúdo

SEO-driven, educacional, compartilhável

Onboarding Otimizado

Redução de fricção na primeira experiência

Email Marketing Automatizado

Sequências personalizadas baseadas em comportamento

Parcerias Estratégicas

Co-marketing com empresas complementares

Ferramentas Essenciais

  • Analytics: Google Analytics, Mixpanel, Amplitude
  • A/B Testing: Optimizely, VWO, Google Optimize
  • Automação: Zapier, IFTTT, n8n
  • Email: Mailchimp, SendGrid, Customer.io
  • CRM: HubSpot, Pipedrive, Salesforce
  • Heatmaps: Hotjar, Crazy Egg

Métricas Críticas

  • CAC (Customer Acquisition Cost): Custo para adquirir cliente
  • LTV (Lifetime Value): Valor vitalício do cliente
  • Churn Rate: Taxa de cancelamento
  • Viral Coefficient: Quantos usuários cada usuário traz
  • Time to Value: Tempo até primeira experiência de valor
  • Activation Rate: % de usuários que completam ação-chave

Limitações e Críticas

  • Não é “hack” mágico: Requer trabalho consistente e disciplinado
  • Sustentabilidade: Algumas táticas não escalam ou se esgotam
  • Ética: Linha tênue entre criatividade e práticas questionáveis
  • Foco excessivo em métricas: Pode negligenciar brand building
  • Não substitui produto ruim: Só funciona com product-market fit

Quando Aplicar Growth Hacking

Ideal para:

  • Startups com orçamento limitado
  • Produtos digitais escaláveis
  • Empresas em busca de crescimento rápido
  • Mercados competitivos

Menos adequado para:

  • Produtos complexos B2B com ciclo longo
  • Empresas estabelecidas com brand forte
  • Setores altamente regulamentados
  • Produtos sem product-market fit

Evolução do Conceito

Atualmente, o termo evoluiu para Growth Marketing, reconhecendo que:

  • Crescimento sustentável requer estratégia de longo prazo
  • Brand building e growth hacking não são excludentes
  • Equipes dedicadas de growth são necessárias (não apenas um “hacker”)

Conclusão

Growth Hacking representa uma mudança de paradigma no marketing: de intuição para dados, de orçamento para criatividade, de campanhas para experimentos. Embora não seja solução mágica, quando aplicado corretamente em produtos com fit de mercado, pode gerar resultados extraordinários com recursos mínimos.

Veja também: Growth Marketing, Product-Market Fit, Funil AARRR, Viral Loop, North Star Metric

Micro-SaaS

Micro-SaaS refere-se a um modelo de negócio de software como serviço (SaaS) em pequena escala, focado em resolver problemas específicos de nichos de mercado. Geralmente operado por equipes reduzidas (às vezes um único empreendedor), essas soluções são caracterizadas por baixo custo operacional, agilidade e alto grau de especialização, atendendo a demandas não exploradas por grandes players do mercado.

Características Principais:

  • Nicho Específico: Direcionado a um público-alvo restrito (ex.: ferramentas para gestores de tráfego ou automação de reviews em e-commerce).

  • Baixo Custo Operacional: Utiliza infraestrutura cloud e modelos de assinatura acessíveis.

  • Agilidade: Capacidade de adaptação rápida a feedbacks e mudanças no mercado.

  • Escalabilidade Limitada: Prioriza eficiência sobre expansão massiva.

  • Receita Recorrente: Monetização via assinaturas mensais ou anuais.

Aplicações no Marketing Digital:

Micro-SaaS é comum em ferramentas especializadas, como:

  • Geração de relatórios automatizados para redes sociais.

  • Otimização de campanhas de Google Ads.

  • Gestão de leads para negócios locais.

  • Plugins para análise de SEO técnico.

Vantagens:

  • Menor concorrência direta em nichos específicos.

  • Alto engajamento com usuários finais.

  • Potencial de lucratividade com custos controlados.

Desafios:

  • Dependência de plataformas externas (ex.: APIs do Facebook).

  • Dificuldade em expandir para mercados maiores.

  • Necessidade constante de atualização para manter relevância.

Exemplos Práticos:

  • Ferramentas de agendamento de posts para o Pinterest.

  • Softwares de análise de conversão para landing pages.

  • Soluções de gestão de cupons para e-commerces.

Conclusão

O Micro-SaaS representa uma tendência no marketing digital, oferecendo soluções ágeis e customizadas para desafios pontuais. Embora exija foco e inovação contínua, seu modelo enxuto e orientado a nichos o torna atraente para empreendedores que buscam escalabilidade sustentável.

Hacking Culture (Hackear a Cultura)

Como Hackear a Cultura Pode Transformar Organizações

Hackear a cultura é como encontrar atalhos criativos para mudar as regras do jogo. É sobre questionar o “sempre foi assim” e desafiar sistemas que já não fazem sentido. Empresas como a Nike entenderam isso ao transformarem ícones em símbolos culturais. Lembra da parceria com o Michael Jordan nos anos 80? Não era só sobre vender tênis, mas criar uma narrativa que conectasse esportes, estilo e aspirações. Esse tipo de movimento cultural impulsiona organizações para além do mercado e as posiciona no centro das conversas sociais.


Exemplos de Hackers de Cultura na História

Os melhores hackers culturais são aqueles que enxergam além do óbvio. Jay-Z fez isso no mundo da música e dos negócios. Ele não só dominou o rap, mas usou sua influência para lançar marcas, quebrar barreiras raciais e redefinir o papel do artista como empresário. Outro exemplo é Travis Scott, que levou seu impacto cultural para além dos palcos, transformando colaborações com marcas como McDonald’s e Nike em verdadeiros fenômenos culturais. Esses movimentos são mais que marketing, são disruptores que moldam tendências.


Por Que a Cultura Resiste a Mudanças?

A cultura, por natureza, é teimosa. Ela é construída sobre hábitos, crenças e sistemas que parecem inquebráveis. Pense nas reações ao Colin Kaepernick ajoelhando durante o hino nacional dos EUA. Muitos viram isso como um ataque à tradição, mas na verdade foi um ato de resistência que abriu portas para discussões sobre racismo e injustiça social. Hackear a cultura exige coragem para enfrentar críticas e insistir na necessidade de evolução.


Ferramentas e Estratégias para Hackear a Cultura

Para hackear a cultura, você precisa jogar fora o manual e criar o seu próprio. Aqui estão algumas ferramentas:

  • Colaboração Estratégica: Veja como a parceria da Netflix com Dave Chappelle redefine comédia e liberdade criativa.
  • Aproveitar Emoções Coletivas: Movimentos como o #BlackLivesMatter mostram o poder de conectar narrativas a causas emocionais.
  • Storytelling Autêntico: Marcas como Patagonia desafiam o consumo irresponsável e ainda assim crescem, porque falam com propósito.

O Papel da Liderança no Hacking Cultural

Líderes visionários são fundamentais nesse processo. Pense no Elon Musk. Ele não só construiu empresas, mas revolucionou como pensamos em transporte e energia. Musk desafia convenções e cria novas culturas organizacionais. Outra figura é Beyoncé, que não só domina o entretenimento, mas usa sua influência para criar mudanças sociais e redefinir o papel das mulheres negras na mídia.


Impactos do Hacking Cultural no Ambiente de Trabalho

Quando você hackeia a cultura dentro de uma organização, a inovação floresce. Veja a Pixar, que incentiva seus funcionários a explorarem ideias sem medo de errar. O resultado? Alguns dos filmes mais criativos e impactantes da história. Hackear a cultura promove um ambiente onde equipes se sentem livres para colaborar, criar e crescer.


Tendências Futuras em Hacking Cultural

O futuro do hacking cultural está em plataformas digitais e novas mídias. Pense no impacto do TikTok. Artistas desconhecidos se tornam fenômenos culturais em semanas, mudando a dinâmica da indústria musical. Outro exemplo são as comunidades de NFTs, como a Bored Ape Yacht Club, que combinam exclusividade, arte e status social em uma nova forma de cultura digital. A tecnologia será uma das maiores aliadas para hackear a cultura nos próximos anos.


Hackear a cultura é sobre coragem, criatividade e visão. É construir o novo enquanto desconstrói o velho, gerando impacto que transcende gerações. Se Travis Scott, Michael Jordan e Jay-Z conseguiram, por que não você?

North Star Metric

North Star Metric: O Guia Prático para Transformar o Crescimento da Sua Empresa

Quando falamos de estratégias empresariais bem-sucedidas, poucas coisas são tão poderosas quanto a North Star Metric (NSM). Esse conceito, que já transformou gigantes como Airbnb, Spotify e Netflix, pode ser a chave para alinhar sua equipe e impulsionar o crescimento do seu negócio. Mas, afinal, o que é essa métrica estrela-guia e como utilizá-la de forma prática? Vamos explorar juntos!


Por que o North Star Metric é Importante?

Imagine ter um farol que guia todas as decisões da sua empresa, desde a estratégia de marketing até o desenvolvimento de produto. É exatamente isso que o NSM faz. Ele ajuda a:

  • Alinhar equipes: Todos trabalham com o mesmo foco, diminuindo ruídos e aumentando eficiência.
  • Direcionar crescimento sustentável: Prioriza o que realmente gera valor para o cliente, e, consequentemente, para o negócio.
  • Simplificar decisões: Com uma métrica clara, você evita desperdiçar recursos em estratégias desnecessárias.

Pense no caso do Airbnb. Sua North Star Metric é o número de noites reservadas. Isso reflete diretamente o valor entregue aos usuários, tanto anfitriões quanto hóspedes. Esse foco garantiu que a empresa mantivesse seu crescimento consistente enquanto aprimorava a experiência do cliente.


Como Identificar o North Star Metric Ideal?

Para encontrar sua NSM, pergunte:

  1. Qual valor fundamental ofereço ao meu cliente?
  2. Como esse valor pode ser medido?

Um exemplo simples:

  • Uma plataforma de streaming, como a Netflix, pode adotar “horas assistidas por usuário” como NSM. Isso mede se os usuários estão realmente consumindo o conteúdo e, portanto, recebendo valor.

Se você gerencia uma loja virtual, pode ser o número de pedidos entregues, já que isso reflete o objetivo de atender clientes e gerar vendas.


Exemplos Reais de North Star Metrics

  • Facebook: Usuários ativos diários (medida de engajamento e retenção).
  • Slack: Número de mensagens enviadas em uma conta paga (demonstra uso recorrente e valor percebido).
  • Spotify: Minutos de música ouvidos (representa a conexão do usuário com o serviço).

Esses exemplos mostram como a NSM conecta o sucesso do cliente com os objetivos da empresa, garantindo um ciclo virtuoso de crescimento.

Exemplos de métricas da North Star

E-commerce
  • Número de clientes semanais concluindo seu primeiro pedido
  • Valor de compras diárias Valor de
  • vida do cliente (CLV)
Tecnologia do consumidor
  • Número de usuários ativos diários (DAU)
  • Número de mensagens enviadas por dia
  • Retenção
B2B SaaS
  • Número de contas de teste com mais de 3 usuários na primeira semana
  • Porcentagem ano dois retenção
  • Receita recorrente mensal (MRR)
Mídia
  • Inscrições e retenção de
  • Número de visitantes ativos diários Tempo
  • total de leitura Tempo
  • total de exibição
Fintech
  • Total de ativos gerenciados
  • Número de usuários ativos diários

Erro Comuns ao Escolher o North Star Metric

Nem tudo que reluz é ouro, e o mesmo vale para métricas. Alguns erros comuns:

  1. Escolher algo que não reflete o valor do cliente: Métricas como “quantidade de downloads” podem parecer boas, mas não indicam se o usuário realmente está engajado.
  2. Focar em dados fáceis de medir: Só porque é simples rastrear não significa que é a métrica certa.
  3. Ignorar mudanças no comportamento do cliente: Sua NSM pode evoluir com o tempo.

Dicas para Implementar o North Star Metric em Pequenos Negócios

Acha que NSM é só para empresas gigantes? Nada disso! Pequenos negócios podem (e devem) usar esse conceito.

  • Mantenha a simplicidade: Escolha uma métrica clara e fácil de comunicar para sua equipe.
  • Teste e ajuste: Observe o impacto da NSM e ajuste, se necessário.
  • Engaje sua equipe: Mostre como a métrica reflete o valor entregue ao cliente e incentive todos a contribuir para alcançá-la.

Por exemplo, uma cafeteria pode adotar como NSM o número de clientes que retornam semanalmente. Isso reflete a satisfação com o serviço e a fidelidade.


North Star Metric na Sua Jornada Empresarial

Agora que você já sabe o que é o North Star Metric, está pronto para aplicá-lo ao seu negócio. Lembre-se de que o sucesso dessa estratégia está em escolher uma métrica que realmente conecte os resultados da empresa ao valor entregue ao cliente.

Seja você uma startup em busca de crescimento ou uma empresa consolidada querendo otimizar processos, o NSM pode ser o seu diferencial. Afinal, com uma estrela para guiar, não tem como se perder no caminho, certo?

Gostou? Comece agora mesmo a identificar a sua NSM e transforme sua visão em ação!

Go-To-Market (GTM)

No competitivo mundo dos negócios, lançar um novo produto ou serviço requer mais do que simplesmente ter uma boa ideia. Uma estratégia eficaz de Go-To-Market (GTM) é essencial para garantir que sua oferta alcance o público certo, no momento certo e com a mensagem adequada.

Este guia detalhado visa explicar o conceito de Go-To-Market, suas componentes chave, e como implementá-lo com sucesso, mesmo que você esteja apenas começando.

O Que é Go-To-Market (GTM)?

A estratégia de Go-To-Market refere-se a um plano abrangente que uma empresa desenvolve e executa para lançar um produto ou serviço no mercado. Geralmente o seu responsável é o CMO da companhia.

Este plano, envolve o detalhamento das etapas necessárias para posicionar, promover e vender a nova oferta de forma eficaz. Uma estratégia GTM bem-sucedida considera todos os aspectos do lançamento, desde a definição do mercado-alvo até as táticas de marketing e vendas a serem usadas.

Componentes Principais de uma Estratégia Go-To-Market

1. Definição do Público-Alvo:

A primeira etapa na criação de uma estratégia GTM é identificar claramente quem são os potenciais clientes. Isso inclui entender suas necessidades, preferências, comportamentos de compra e os desafios que enfrentam. Ferramentas como pesquisas de mercado, entrevistas com clientes e análise de dados demográficos são essenciais para esta fase.

2. Proposta de Valor:

A proposta de valor é uma declaração clara que explica por que o produto ou serviço é único e por que os clientes devem escolhê-lo em vez das alternativas disponíveis. Ela deve destacar os benefícios específicos e como resolve os problemas dos clientes de maneira eficaz.

3. Posicionamento no Mercado:

O posicionamento envolve definir como o produto será percebido no mercado em comparação com os concorrentes. Isso inclui decidir sobre a mensagem central, o tom de comunicação e os canais de marketing que serão usados para alcançar o público-alvo.

4. Estratégia de Preços:

Determinar o preço adequado para o novo produto ou serviço é crucial. A estratégia de preços deve considerar fatores como os custos de produção, a percepção de valor pelo cliente, a concorrência e os objetivos de receita da empresa.

5. Canais de Distribuição:

Escolher os canais de distribuição certos é vital para garantir que o produto esteja disponível para os clientes quando e onde eles quiserem comprar. Isso pode incluir canais online, lojas físicas, distribuidores ou uma combinação desses.

6. Plano de Marketing e Vendas:

Um plano de marketing detalhado define as táticas que serão usadas para promover o produto, como campanhas publicitárias, marketing de conteúdo, redes sociais e eventos. O plano de vendas deve descrever as abordagens que serão usadas para converter leads em clientes pagantes, incluindo o treinamento da equipe de vendas e o uso de ferramentas de CRM (Customer Relationship Management).

Implementando uma Estratégia Go-To-Market

Para implementar uma estratégia GTM, é essencial seguir um plano bem estruturado. Abaixo estão os passos fundamentais para garantir uma execução eficaz:

1. Pesquisa e Análise de Mercado:

Antes de qualquer lançamento, é necessário realizar uma análise detalhada do mercado para entender as tendências, o comportamento dos concorrentes e as necessidades dos clientes. Isso ajuda a ajustar a proposta de valor e as táticas de marketing de acordo com as expectativas do mercado.

2. Desenvolvimento de Mensagens-Chave:

Criar mensagens-chave que ressoem com o público-alvo é crucial. Essas mensagens devem ser consistentes em todos os pontos de contato com o cliente, desde o website até as campanhas de e-mail e os materiais promocionais.

3. Preparação da Equipe:

A equipe de vendas e marketing deve ser bem treinada e equipada com os materiais e ferramentas necessários para promover e vender o produto de forma eficaz. Isso inclui sessões de treinamento, scripts de vendas, materiais de apoio e um entendimento claro do público-alvo e da proposta de valor.

4. Lançamento do Produto:

O lançamento deve ser cuidadosamente planejado e executado. Isso pode incluir eventos de lançamento, campanhas publicitárias, ofertas promocionais e atividades de relações públicas para gerar buzz e atrair a atenção do mercado.

5. Monitoramento e Ajustes:

Após o lançamento, é crucial monitorar os resultados e estar preparado para fazer ajustes conforme necessário. Isso pode incluir mudanças nas táticas de marketing, ajustes na estratégia de preços ou melhorias no produto com base no feedback dos clientes.

Desafios Comuns e Como Superá-los

Lançar um novo produto ou serviço nunca é uma tarefa fácil, e vários desafios podem surgir ao longo do caminho. Alguns dos desafios comuns incluem:

1. Falta de Alinhamento Interno:

Para superar este desafio, é essencial garantir que todas as equipes envolvidas no lançamento estejam alinhadas e trabalhando em direção aos mesmos objetivos. Comunicação clara e reuniões regulares são fundamentais.

2. Mercado Saturado:

Entrar em um mercado saturado requer uma proposta de valor diferenciada e estratégias de marketing inovadoras. É importante destacar o que torna seu produto único e como ele resolve os problemas dos clientes de maneira mais eficaz do que os concorrentes.

3. Limitações de Orçamento:

Trabalhar com um orçamento limitado pode ser desafiador, mas não impossível. Priorizar táticas de marketing de alto impacto e baixo custo, como marketing de conteúdo e redes sociais, pode ajudar a maximizar os resultados sem gastar muito.

Conclusão

Uma estratégia de Go-To-Market bem planejada e executada é essencial para o sucesso de qualquer novo produto ou serviço. Ao entender os componentes-chave e seguir um plano estruturado, as empresas podem aumentar significativamente suas chances de uma entrada bem-sucedida no mercado. Independentemente dos desafios que possam surgir, a preparação, o alinhamento da equipe e a capacidade de adaptação são fatores cruciais para o sucesso de uma estratégia GTM.

FAQs

O que é uma estratégia Go-To-Market?

Uma estratégia Go-To-Market (GTM) é um plano abrangente que descreve como uma empresa lançará um novo produto ou serviço no mercado, incluindo a definição do público-alvo, posicionamento, preços, canais de distribuição e táticas de marketing e vendas.

Por que a estratégia Go-To-Market é importante?

A estratégia GTM é importante porque ajuda a garantir que o produto ou serviço alcance o público certo, com a mensagem adequada, e de uma maneira que maximiza as chances de sucesso no mercado.

Quais são os componentes principais de uma estratégia Go-To-Market?

Os componentes principais de uma estratégia GTM incluem a definição do público-alvo, proposta de valor, posicionamento no mercado, estratégia de preços, canais de distribuição e plano de marketing e vendas.

Como implementar uma estratégia Go-To-Market?

Para implementar uma estratégia GTM, é necessário seguir um plano estruturado que inclua pesquisa de mercado, desenvolvimento de mensagens-chave, preparação da equipe, lançamento do produto e monitoramento e ajustes contínuos.

Quais são os desafios comuns na implementação de uma estratégia Go-To-Market?

Os desafios comuns incluem a falta de alinhamento interno, mercado saturado e limitações de orçamento. Superar esses desafios requer comunicação clara, propostas de valor diferenciadas e estratégias de marketing inovadoras.

Como medir o sucesso de uma estratégia Go-To-Market?

O sucesso de uma estratégia GTM pode ser medido por meio de métricas como vendas, participação de mercado, retorno sobre o investimento (ROI), feedback dos clientes e alcance das campanhas de marketing.

Atenção Subvalorizada

Atenção Subvalorizada: Despertando o Potencial da sua Marca

 

Introdução

No cenário digital acelerado dos dias de hoje, capturar a atenção do seu público-alvo tornou-se cada vez mais desafiador. Com inúmeras marcas disputando o engajamento dos consumidores, é crucial encontrar maneiras inovadoras de se destacar. Uma abordagem promissora é aproveitar a atenção desvalorizada. Mas afinal, o que é atenção desvalorizada e por que ela é tão importante?

 

O que é Atenção Desvalorizada?

A atenção desvalorizada se refere a oportunidades de marketing que oferecem alto nível de engajamento e visibilidade a um custo relativamente baixo. Esses canais ou plataformas podem não estar tão saturados ou serem reconhecidos como os métodos tradicionais de publicidade, tornando-os um espaço ideal para as empresas capturarem o foco de seu público.

Por que a Atenção Desvalorizada é Importante?

Em um mundo onde os consumidores são bombardeados com anúncios e conteúdo promocional, capturar a atenção se tornou uma mercadoria rara. Ao identificar e utilizar a atenção desvalorizada, as empresas podem obter uma vantagem competitiva, estabelecer autoridade de marca e maximizar seus esforços de marketing.

 

Compreendendo a Atenção Desvalorizada

Para aproveitar efetivamente a atenção desvalorizada, é essencial obter uma compreensão abrangente desse conceito. Vamos explorar sua definição, exemplos e como identificar tais oportunidades.

Definindo Atenção Desvalorizada

A atenção desvalorizada engloba vários canais, plataformas ou táticas de marketing que oferecem um grande potencial de alcance e engajamento a um custo relativamente baixo em comparação com alternativas mais saturadas. Isso pode incluir plataformas de mídia social emergentes, sites de conteúdo de nicho ou formatos inovadores de conteúdo.

Exemplos de Atenção Desvalorizada

A atenção desvalorizada pode se manifestar de diferentes formas em diferentes setores. Por exemplo, uma nova plataforma de mídia social ganhando destaque, como o TikTok, apresenta uma oportunidade de alcançar uma audiência massiva sem enfrentar o mesmo nível de concorrência encontrado em plataformas estabelecidas como Facebook ou Instagram. Da mesma forma, formatos de conteúdo como podcasts ou transmissões de vídeo ao vivo podem oferecer atenção desvalorizada devido à sua crescente popularidade e potencial de engajamento da audiência.

Como Identificar Atenção Desvalorizada

Identificar a atenção desvalorizada requer uma pesquisa minuciosa e se manter atualizado sobre as tendências emergentes. Ficar de olho em plataformas específicas do seu setor, envolver-se com seu público-alvo e monitorar novos formatos de conteúdo pode ajudar a descobrir oportunidades potenciais de atenção desvalorizada.

Benefícios de Utilizar a Atenção Desvalorizada

Ao aproveitar a atenção desvalorizada, as empresas podem desbloquear uma série de benefícios que contribuem para o sucesso geral do marketing. Vamos explorar alguns desses benefícios.

Aumento da Visibilidade da Marca

A atenção desvalorizada oferece uma oportunidade única de aumentar a visibilidade da sua marca. Ao alcançar um público engajado em canais menos saturados, sua mensagem terá maior destaque, ajudando a construir o reconhecimento da marca e ampliar seu alcance.

 

Aumento do Engajamento do Público

A atenção desvalorizada muitas vezes está ligada a canais ou plataformas onde a interação do público é mais significativa. Isso permite que você crie um relacionamento mais profundo com sua audiência, gerando maior engajamento, compartilhamento de conteúdo e feedback valioso.

Geração de Taxas de Conversão Mais Altas

Ao capturar a atenção desvalorizada do seu público-alvo, você está se conectando com eles em um momento em que estão mais receptivos à sua mensagem. Isso pode resultar em taxas de conversão mais altas, à medida que os consumidores estão mais inclinados a tomar ações positivas em relação à sua marca.

Estratégias para Capturar a Atenção Desvalorizada

Agora que entendemos a importância e os benefícios da atenção desvalorizada, vamos explorar algumas estratégias eficazes para capturá-la.

Táticas de Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é uma das estratégias mais poderosas para aproveitar a atenção desvalorizada. Criar conteúdo relevante, informativo e envolvente que ressoe com seu público-alvo pode atrair sua atenção de forma orgânica e estabelecer sua marca como uma autoridade em seu setor.

Abordagens de Mídia Social

Manter-se atualizado sobre as últimas tendências das redes sociais e identificar plataformas onde seu público-alvo esteja ativamente engajado pode oferecer uma oportunidade valiosa de capturar a atenção desvalorizada. Adapte seu conteúdo para se adequar aos formatos e normas específicas dessas plataformas, maximizando assim o alcance e o impacto da sua mensagem.

Parcerias com Influenciadores

Colaborar com influenciadores relevantes no seu setor pode ser uma estratégia poderosa para aproveitar a atenção desvalorizada. Busque por influenciadores que compartilhem os valores da sua marca e tenham um público engajado. Ao se associar a eles, você pode aproveitar a atenção da audiência do influenciador e construir confiança por meio de recomendações autênticas.

Erros Comuns a Evitar

Embora a atenção desvalorizada ofereça grandes oportunidades, é importante estar ciente dos erros comuns que podem comprometer sua eficácia. Vamos discutir alguns desses erros e como evitá-los.

Negligenciar Plataformas Desvalorizadas

Não subestime o potencial das plataformas desvalorizadas. Ao focar exclusivamente nas plataformas estabelecidas, você pode perder oportunidades de alcançar um público engajado em canais emergentes.

Não Analisar Dados

A falta de análise de dados pode prejudicar suas estratégias de atenção desvalorizada. Monitore e analise regularmente o desempenho das suas campanhas para identificar o que está funcionando e ajustar suas abordagens conforme necessário.

Falta de Conteúdo Consistente

Para manter a atenção do seu público, é essencial oferecer conteúdo consistente. A falta de atualizações regulares pode levar à perda de interesse e ao abandono por parte da audiência.

Perguntas Frequentes (FAQs)

Aqui estão algumas perguntas comuns sobre a atenção desvalorizada e suas respostas para ajudar a esclarecer quaisquer dúvidas adicionais que você possa ter.

1. Como posso encontrar oportunidades de atenção desvalorizada?

   Para encontrar oportunidades de atenção desvalorizada, pesquise plataformas emergentes, acompanhe as tendências do seu setor e se envolva ativamente com o seu público-alvo.

2. Quais são alguns canais populares de atenção desvalorizada?

   Alguns exemplos de canais populares de atenção desvalorizada incluem novas plataformas de mídia social, blogs de nicho, podcasts emergentes e fóruns online.

3. A atenção desvalorizada é sustentável a longo prazo?

   Embora as plataformas de atenção desvalorizada possam evoluir com o tempo, a estratégia em si permanece relevante. Adaptar-se às mudanças e estar sempre atento às novas oportunidades ajudará a garantir a sustentabilidade a longo prazo.

4. Como posso medir o sucesso das minhas campanhas de atenção desvalorizada?

   Defina métricas claras de sucesso, como taxa de conversão, engajamento da audiência e alcance. Monitore essas métricas regularmente para avaliar o desempenho das suas campanhas.

5. A atenção desvalorizada funciona para pequenas empresas?

   Sim, a atenção desvalorizada pode ser particularmente benéfica para pequenas empresas, pois oferece uma oportunidade de competir com marcas maiores em um espaço menos saturado.

Conclusão

Aproveitar a atenção desvalorizada é uma estratégia eficaz para capturar o foco do seu público-alvo em um cenário digital competitivo. Ao compreender o conceito, identificar oportunidades e implementar estratégias eficazes, sua marca pode obter uma vantagem competitiva, aumentar a visibilidade e impulsionar o sucesso do marketing. Não perca tempo, comece a explorar a atenção desvalorizada hoje mesmo e leve sua marca ao próximo nível.

BEHAG

Um BEHAG (Big Empathetic Hairy Audacious Goal) é um objetivo muito grande e importante que estabelecemos para nós mesmos e que é realmente difícil de alcançar, mas queremos muito fazê-lo porque ajudará muitas pessoas. É chamado de “empático” porque estamos tentando entender e nos importar com os sentimentos e necessidades de outras pessoas. É chamado de “peludo” porque pode ser difícil e desafiador, como tentar escalar uma montanha com muitos galhos e folhas no caminho. E é chamado de “audacioso” porque é preciso muita coragem e bravura para tentar atingir esse objetivo.

Marketing Ops

Justin Dunham, da Urban Airship, deu uma palestra na conferência MarTech Europe em novembro e tentou explicar o conceito de Marketing Ops, seus princípios e como se baseia nas lições aprendidas com DevOps.

Aqui está um resumo muito rápido de alguns dos pontos de Dunham, ao lado de uma teoria mais ampla.

Marketing Ops: uma definição

As Marketing Ops devem permitir que o marketing se adapte rapidamente às mudanças no mercado, na estratégia de negócios e no comportamento do cliente.

A crescente influência da tecnologia digital no marketing expandiu o escopo das Marketing Ops de gestão de projetos e governança para áreas, incluindo: 

  • medição de desempenho de marketing,
  • orientação de planejamento estratégico e execução de
  • alocação de recursos
  • processos de desenvolvimento
  • sistemas de marketing e dados

O marketing agora tem relacionamentos mais estreitos com TI, operações vendas e é considerado um driver de eficiência, ao invés de simplesmente um centro de custo, com um aumento concomitante em infraestrutura, processo e relatórios.

No entanto, provavelmente é mais fácil pensar nas Marketing Ops como planejamento, processo e medição. Dunham usa a palavra mais inspiradora, ‘priorização, sincronização, execução’.

Em termos leigos: fazer as coisas e melhorar os resultados. O marketing ops faz isso gerenciando as equipes de marketing mais tradicionais que geralmente estão alinhadas com as disciplinas ou com os estágios do ciclo de vida do cliente.

Dunham resume isso com dois exemplos de organogramas, vistos abaixo.

Exemplo um

Glossaries 3

Exemplo dois

Glossaries 4

Você pode pensar que esta longa definição de Marketing Ops é um pouco seca. Dunham anima o esboço das Marketing Ops, fornecendo alguns exemplos genéricos de como pode funcionar, juntamente com alguns princípios orientadores.

Vamos dar uma olhada.

Marketing Ops: alguns exemplos

Quando se trata de marketing de conteúdo, Dunham descreve o papel das Marketing Ops lidando com questões e tarefas como:

  • Qual conteúdo tem melhor desempenho?
  • Qual campanha de mídia paga foi mais eficaz?
  • Disponibilize este conteúdo em nosso site. Implante este conteúdo por e-mail.
  • Podemos fornecer à equipe de vendas um modelo para acompanhar os participantes do evento?

No marketing de produto, os operadores de marketing podem tentar responder:

  • Quem está visitando o site?
  • De onde eles estão vindo?
  • Quais ativos a equipe de vendas está usando?
  • Podemos construir uma calculadora de ROI?
  • Ajude-nos a entender quem está no banco de dados.

No terceiro exemplo de Dunham, ele analisa a geração de demanda, onde as Marketing Ops podem considerar:

  • Quanta receita um lead do AdWords gera?
  • Que tecnologia podemos usar no site para encurtar nossos formulários?
  • Como podemos diminuir o tempo de carregamento da página para que possamos ter uma classificação melhor no Google?
  • Você pode sugerir algumas idéias de teste A / B para nós?

Marketing Ops: os princípios

Dunham argumenta que as Marketing Ops dependem da colaboração e tem quatro princípios. São eles: 

  • Responsabilidade por meio de dados.
  • Teste e aprenda.
  • Tecnologia como vantagem competitiva.
  • Use fluxos de trabalho e processos para agilizar.

Já vi outras definições de Marketing Ops que afirmam que as operações podem gerenciar os chamados ‘seis As’. São eles:

  • Alinhamento (marketing com vendas e mais amplamente com o cliente e a empresa)
  • Responsabilidade (métricas, medições, resultados)
  • Análise (incluindo modelos)
  • Automação (infraestrutura de tecnologia e treinamento)
  • Alianças (com finanças, TI etc.)
  • Avaliação (benchmarking e melhoria)

A sua organização tem uma função de Marketing Ops ou está planejando criar uma? Em caso afirmativo, diga-nos como está se saindo nos comentários abaixo

 

Produto Mínimo Viável (MVP)

Definição de Produto Mínimo Viável (MVP)

Um produto mínimo viável (MVP) é um conceito do Lean Startup que enfatiza o impacto do aprendizado no desenvolvimento de novos produtos. Eric Ries definiu um MVP como a versão de um novo produto que permite a uma equipe coletar o máximo de aprendizado validado sobre os clientes com o mínimo esforço. Esse aprendizado validado vem na forma de saber se seus clientes realmente comprarão seu produto.

Uma premissa fundamental por trás da ideia do MVP é que você produza um produto real (que pode ser não mais do que uma página de destino ou um serviço com uma aparência de automação, mas que é totalmente manual nos bastidores) que você pode oferecer aos clientes e observar seu real comportamento com o produto ou serviço. Ver o que as pessoas realmente fazem em relação a um produto é muito mais confiável do que perguntar às pessoas o que fariam.

Benefícios esperados

O principal benefício de um MVP é que você pode obter entendimento sobre o interesse dos clientes em seu produto sem desenvolver totalmente o produto. Quanto mais cedo você descobrir se o seu produto atrairá os clientes, menos esforço e despesa você gastará em um produto que não terá sucesso no mercado.

Armadilhas Comuns

Equipes usam o termo MVP, mas não entendem totalmente seu uso ou significado pretendido. Frequentemente, essa falta de compreensão se manifesta em acreditar que um MVP é a menor quantidade de funcionalidade que eles podem oferecer, sem o critério adicional de ser suficiente para aprender sobre a viabilidade comercial do produto.

As equipes também podem confundir um MVP – que tem foco no aprendizado – para um Recurso Mínimo Comercializável (MMF) ou Produto Mínimo Comercializável (MMP) – que tem como foco os ganhos. Não há muito dano nisso, a menos que a equipe fique muito focada em entregar algo sem considerar se é o certo algoque satisfaz as necessidades do cliente.

As equipes enfatizam a mínima parte do MVP, excluindo a parte viável. O produto entregue não é de qualidade suficiente para fornecer uma avaliação precisa se os clientes usarão o produto.

As equipes entregam o que consideram um MVP e, em seguida, não fazem mais alterações nesse produto, independentemente do feedback que recebem sobre ele.

Custos potenciais

O uso adequado de um MVP significa que uma equipe pode alterar drasticamente um produto que entrega a seus clientes ou abandonar o produto juntos com base no feedback que recebem de seus clientes. O aspecto mínimo do MVP incentiva as equipes a fazerem o mínimo de trabalho possível para obter um feedback útil (Eric Ries se refere a isso como aprendizado validado), o que os ajuda a evitar trabalhar em um produto que ninguém deseja.

Origins

2009: O conceito de MVP ganhou popularidade depois que Eric Ries o descreveu em seu livro Lean Startup

Sinais de Uso

Uma equipe usa efetivamente MVP como a peça central de uma estratégia de experimentação. Eles levantam a hipótese de que seus clientes têm uma necessidade e que o produto no qual a equipe está trabalhando atende a essa necessidade. A equipe então entrega algo a esses clientes a fim de descobrir se de fato eles usarão o produto para satisfazer essas necessidades. Com base nas informações obtidas neste experimento, a equipe continua, altera ou cancele o trabalho no produto.

Backlinks

O que é um backlink?

Um backlink é um link criado quando um site é vinculado a outro. Backlinks também são chamados de “links de entrada” ou “links de entrada”. Backlinks são importantes para SEO.

Por que os backlinks são importantes?

Backlinks são especialmente valiosos para SEO porque representam um “voto de confiança” de um site para outro.

Em essência, os backlinks para o seu site são um sinal para os mecanismos de pesquisa de que outros garantem o seu conteúdo. Se muitos sites têm links para a mesma página ou site da Web, os mecanismos de pesquisa podem inferir que vale a pena criar um link para o conteúdo e, portanto, também vale a pena aparecer em um SERP. Portanto, obter esses backlinks pode ter um efeito positivo na posição de classificação de um site ou na visibilidade de pesquisa.

Ganhando e dando backlinks

Ganhar backlinks é um componente essencial do SEO fora do site. O processo de obtenção desses links é conhecido como ganho de link ou link building.

Alguns backlinks são inerentemente mais valiosos do que outros. Os backlinks seguidos de sites confiáveis, populares e de alta autoridade são considerados os backlinks mais desejáveis ​​para ganhar, enquanto os backlinks de sites de baixa autoridade e potencialmente spam estão normalmente na outra extremidade do espectro. Se um link é seguido ou não (ou seja, se o proprietário de um site instrui especificamente os mecanismos de pesquisa a aprovar ou não o valor do link) é certamente relevante, mas não desconsidere totalmente o valor dos links nofollow. O simples fato de ser mencionado em sites de alta qualidade pode dar um impulso à sua marca.

Assim como alguns backlinks que você ganha são mais valiosos do que outros, os links que você cria para outros sites também diferem em valor. Ao vincular a um site externo, as escolhas que você faz em relação à página a partir da qual vincula (autoridade da página, conteúdo, acessibilidade do mecanismo de pesquisa e assim por diante) o texto âncora que você usa, se você escolher seguir ou nofollow o link, e quaisquer outras meta-tags associadas à página de link podem ter um grande impacto no valor que você confere.

Pesquisar backlinks competitivos

pode levar muito tempo para ganhar. Novos sites ou aqueles que estão expandindo sua pegada de palavras-chave podem ter dificuldade em saber por onde começar quando se trata de link building. É aí que entra a pesquisa de backlink competitivo: ao examinar o perfil de backlink (a coleção de páginas e domínios vinculados a um site) para um concorrente que já está bem classificado para as palavras-chave-alvo, você pode obter informações sobre o link building que pode tê-los ajudado . Uma ferramenta de backlink como o Link Explorer pode ajudar a descobrir esses links para que você possa e direcionar esses domínios em suas próprias campanhas de link building.

Como faço para obter backlinks?

Coletar backlinks, ou link building, parece complicado, mas há muitas maneiras de obter links para seu site com muito pouco esforço.

Diretórios de Internet grátis

Antes que existissem os motores de busca, a web estava cheia de diretórios, as pessoas navegavam nesses diretórios para encontrar o site que estavam procurando. Isso deixou milhares de diretórios na internet, como Dmoz e Jayde, muitos deles ainda estão em atividade e aceitando novos links.

A maioria desses diretórios funciona da mesma maneira, você escolhe a categoria mais relevante que se adapta à natureza do seu site e, em seguida, sugere que o seu URL seja incluído. Assim que seu link for aprovado, sua listagem irá ao ar e você terá acabado de fazer seu primeiro backlink. Use o Google para pesquisar diretórios de sites gratuitos, existem centenas por aí.

Trocas de links

Uma troca de links descreve dois sites com links entre si. Por exemplo, o site A está vinculado ao site B e o site B também vincula ao site A. Essa é uma ótima maneira de obter backlinks rapidamente. Umgratuito de serviço troca de links é um bom lugar para começar.

Diretórios do artigo

Os diretórios do artigo permitem que você escreva artigos e publique-os no diretório do site; em troca de seu trabalho árduo, você pode incluir links para seu site no artigo. Artigos do Ezine é o mais popular de todos, mas existem muitos outros sites de artigos gratuitos no Google.

Link Bait

Link bait é um termo usado para descrever artigos ou páginas em seu site que têm como objetivo atrair backlinks de outros sites. Assuntos polêmicos, ferramentas úteis e recursos gratuitos são apenas algumas idéias, a arte de link bating é sobre ser criativo – entre em um ângulo nunca antes pensado.

Link bait é a forma mais difícil de link building, mas como os backlinks são 100% orgânicos, os resultados são muito recompensadores.

Estas são apenas algumas maneiras de aumentar o número de links de entrada para o seu site, existem literalmente centenas mais. SEOBook.com compilou uma lista de 130 Maneiras de Gerar Tráfego se você precisar de mais algumas idéias.